sexta-feira, 6 de julho de 2012

Teólogo publica monografia contestando doutrina do dízimo e disponibiliza estudo para download.



As doutrinas cristãs que ensinam a respeito do dízimo e ofertas às igrejas, para o sustento das denominações e seus colaboradores, são constantemente alvo de críticas e polêmicas.
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Dentre as maiores polêmicas em torno da doação de ofertas à igreja, está a doutrina chamada de “teologia da prosperidade”, que enfatiza o enriquecimento do cristão proporcionalmente à sua contribuição.
Sobre o dízimo, há quem diga que as passagens bíblicas que falam sobre a entrega de 10% à obra no Velho Testamento ainda valem para o Novo Testamento, e há quem discorde, afirmando que a partir de Cristo, a Lei foi derrubada, e que os critérios são outros, em todos os aspectos, incluindo a doutrina do dízimo.
O teólogo João Bosco Costa Vieira publicou sua monografia, com um estudo detalhado sobre o dízimo, abordando as passagens bíblicas a respeito do tema no Velho e no Novo Testamento, e situando cada uma das menções ao dízimo em seu contexto.Vieira ressalta que após a morte e ressurreição de Cristo foi estabelecida a Nova Aliança, e que os ensinos e doutrinas válidos para a prática da fé cristã estão inseridos a partir do livro de Atos dos Apóstolos, pois os Evangelhos contam a história de vida e ministério de Jesus, ainda sob a lei.
Bacharel em teologia pelo Instituto de Formação e Educação Teológica (IFETE), Vieira comenta que tem apresentado seu trabalho acadêmico a pastores, pedindo avaliação, mas não tem obtido respostas: “Não encontrei até hoje nenhum pastor que tenha refutado o conteúdo da obra. Após a leitura do trabalho os pastores evitam falar sobre o mesmo. Nenhum obreiro até hoje fez qualquer comentário contrário sobre o conteúdo”, relata o teólogo.
Segundo Vieira, a contestação de seu trabalho se torna difícil pelo embasamento que o trabalho recebeu em sua construção: “Um pastor próximo começou a comentar logo no início da leitura, como o expliquei que seria salutar conversarmos apenas quando o mesmo lesse todo o conteúdo, ele não mais tocou no assunto. Creio que o texto, pela misericórdia de Deus e não por mérito meu, não deixa espaço para conflitos, pois o mesmo é muito claro, de fácil compreensão e bem fundamentado na Bíblia. Os comentários objetivos de ótimos autores e de pastores respeitados por toda comunidade cristã complementam e facilitam o entendimento do leitor”.
O teólogo João Bosco Costa Vieira disponibilizou sua monografia, após cumprimento de trâmites ligados à instituição de ensino, para download gratuito neste      link.
Assista no vídeo abaixo, uma introdução ao tema, gravada pelo teólogo João Bosco Costa Vieira:

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A Obra Literária de Calvino por Alderi Souza de Matos



Um dos maiores legados de João Calvino ao movimento reformado e ao mundo foi a sua extraordinária produção literária. As obras do reformador de Genebra impressionam não somente pelo seu volume, mas por sua qualidade e erudição, notadamente nos campos da teologia e da interpretação bíblica. A totalidade dos escritos de Calvino preenche nada menos que 59 grossos volumes da coleção conhecida como Corpus Reformatorum . Os frutos dessa reflexão encontram-se em seis categorias de escritos.
(a) As Institutas: Calvino produziu ao todo oito edições de sua obra magna em latim e cinco traduções para o francês. A primeira edição (1536) tinha apenas seis capítulos e a última (1559) totalizou oitenta. Essa edição equivale em tamanho ao Antigo Testamento somado aos evangelhos sinóticos e segue o padrão geral do Credo dos Apóstolos, tendo como objetivo ser um guia para o estudo das Escrituras. É composta de quatro livros: I – O conhecimento de Deus, o Criador; II – O Conhecimento de Deus, o Redentor; III – A maneira como recebemos a graça de Cristo; IV – Os meios externos pelos quais Deus nos convida para a sociedade de Cristo.
(b) Comentários bíblicos: os comentários de Calvino são um importante complemento das Institutas. Ele escreveu comentários sobre todos os livros do Novo Testamento (exceto 2 e 3 João e Apocalipse), bem como sobre o Pentateuco, Josué, Salmos e Isaías. Além disso, foram preservadas as suas preleções sobre todos os profetas.
(c) Sermões: em suas pregações, Calvino fazia a exposição sistemática dos livros da Bíblia. Ele costumava pregar sobre o Novo Testamento aos domingos e sobre o Antigo Testamento durante a semana. Seus sermões eram anotados taquigraficamente por um grupo de leais refugiados franceses. A série Corpus Reformatorum contém 872 sermões do reformador.
(d) Opúsculos e tratados: Calvino escreveu muitas obras de natureza apologética ao polemizar com católicos, anabatistas, libertinos e outros grupos. Alguns exemplos são a Resposta ao Cardeal Sadoleto, reações ao Concílio de Trento e a questão das relíquias. Outros escritos seus tratam de temas como a Ceia do Senhor, a doutrina da trindade, a predestinação e o livre arbítrio.
(e) Escritos eclesiásticos: o reformador também produziu muitos textos voltados para diferentes aspectos e necessidades da vida da igreja (escritos catequéticos, confessionais, litúrgicos e outros). Dentre eles se destacam: Instrução e Confissão de Fé, Ordenanças Eclesiásticas, Catecismo da Igreja de Genebra, Saltério de Genebra, Forma das Orações e Cânticos Eclesiásticos e Confissão Galicana.
(f) Cartas: finalmente, Calvino produziu uma volumosa correspondência dirigida a outros reformadores, governantes de diferentes países, igrejas perseguidas, crentes encarcerados, pastores e colportores.
Um autor observa que o reformador de Genebra escreveu mais num espaço de trinta anos do que uma pessoa pode estudar e digerir adequadamente durante toda uma vida. Seus escritos nos mostram o teólogo, o exegeta, o polemista, o pastor e, acima de tudo, o cristão preocupado em glorificar a Deus e honrar a sua Palavra. Esse esforço contribuiu para a difusão do movimento reformado por quase toda a Europa.



O Rev. Alderi Souza de Matos é historiador oficial da IPB.
Fonte:
Jornal Brasil Presbiteriano

1º Semana Calvinista: confira sermões inéditos de Ryle, Spurgeon e Calvino sobre a Doutrina da Eleição

1º Semana Calvinista: confira sermões inéditos de Ryle, Spurgeon e Calvino sobre a Doutrina da Eleição

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pastor Famoso afirma que a Bíblia contém erros.

Leiam vale a pena.

http://www.pulpitocristao.com/2012/06/caio-fabio-afirma-a-biblia-nao-e-um-livro-de-deus/

Por C.H.Spurgeon A Dica do Labirinto

Prefácio

As dúvidas escurecem e esfriam o dia. A névoa paira sobre todas as coisas e os homens se movem como os antigos egípcios quando presenciaram a escuridão. Oh, que esta névoa vá embora! O melhor que podemos esperar é que a presente melancolia passe bem depressa, e que a nuvem deixe o seu orvalho nutrindo uma fé mais sólida e inteligente.
O lamacento ceticismo não deixa ninguém correr, mas o fraco ainda pode ser alimentado. Os homens que são muito bons nascem nas colinas e amam o ar fresco das montanhas da verdade.
Os parágrafos deste pequeno livro não pretendem ser um exaustivo tratado de defesa da fé, pois meu objetivo não é o de destruir todos os argumentos do adversário, mas apenas o de ajudar um amigo. Assim como eu estive por algum tempo perdido no labirinto da vida, quem sabe não seria a hora de instruir alguém que se acha na mesma situação. Espero que através destas páginas algum coração verdadeiro possa receber o auxílio necessário para obter forças e lutar contra suas dúvidas. Não permita que o coração de ninguém caia, pois o prevalecente ceticismo é apena um “espectro da mente”. Enfrente-o e ele fugirá.
Um grande poeta forjou a expressão “dúvida honesta”. E quão avidamente ela foi tomada! A descrença moderna é tão medíocre de qualidade que ainda aproveitou esse rótulo para suprir para todas as épocas a necessidade que tinham de um personagem. É assim que na debilidade de nossas vozes, nos levantamos em nome da “Fé Honesta”.

Capitulo 1: VAMOS VIVER
A parte mais importante da vida humana não é o seu fim, mas o seu começo. O dia da nossa morte é a criança do passado; mas os nossos anos de nascimento são os senhores do futuro. Na última hora os homens geralmente trazem à sua cabeceira os pensamentos solenes que, infelizmente, chegaram tarde demais para algum efeito prático. O olhar silencioso, reverente e profundo, tão freqüente nos momentos de partida, deveria ter vindo mais cedo. Recomendo o exemplo do rei hebreu que jejuava e vestia trajes de luto enquanto a criança ainda estava viva. Sabiamente ele compreendeu a inutilidade do seu lamento após a morte da criança. “Poderei eu fazê-la voltar?” (2 Samuel 12:16-24) Essa foi uma das mais sóbrias perguntas. Porém, se consideramos que é algo desapontador tomar o ferro frio da bigorna, muito pior é ficar parado olhando a barra quente esfriar. Por isso, meu irmão, quem quer que seja, se mexa!

Capitulo 2: COMO DEVEMOS VIVER?
Qual martelo devemos usar? Sim, esta é a questão! Não é um tipo de pergunta que faço apenas para mim mesmo, mas por desejar ser um verdadeiro irmão e ter comunhão com você, meu leitor, eu a faço por sua causa trazendo uma reflexão a partir de uma oficina de trabalho. Aqui estão martelos, luz, claridade, muitas coisas! Veja a marca e a garantia, são novinhos! O velho ferreiro dali diz que não sabe nada sobre essas ferramentas. Elas foram deixadas por uma nova empresa que costuma criar bons produtos. “Pelo menos”, diz ele, “eles chamam a si próprios de uma nova empresa, mas acredito que seria melhor se fossem chamados de ‘a velha empresa com novo nome’. Eles entraram no mercado com um novo nome, mas são os mesmos picaretas de antigamente”. Com seu braço forte e o martelo em mãos, o velho ferreiro golpeia seu instrumento de trabalho, fazendo sair faíscas para todos os lados – “Lá”, diz ele, “o velho martelo me serve melhor”. Você vê, meu bom amigo, ele é apenas um ferreiro, e não conhece nada melhor. Algumas pessoas gostam demais das coisas antigas. Pergunto: Este conservador é mais tolo do que os aficionados pelas novidades? Pensamos que não!
O velho martelo forja a fé em Deus.
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Capitulo 3: A FÉ OPEROU MARAVILHAS.
A fé trabalha pesado, pois os homens de firmes convicções moldam o mundo sobre suas bigornas. A confiança cinge os lombos de um homem, incitando-o a por nela todas as suas forças. No capítulo onze da Epístola aos Hebreus, Paulo nos apresenta a lista dos heróis da fé e erige um Arco do Triunfo à suas memórias. Os nomes são destacados com fulgor: Abel, Enoque, Noé, Abraão, e as cenas esculpidas são como estas: “reinos subjugados,” “fecharam a boca de leões,” “extinguiram a violência do fogo”. Se os elogios fazem uma pausa não é porque o assunto acabou, como ele exclama: “E que mais direi? Faltaria tempo para falar de Gideão, Baraque, Sansão, Jefté, Davi, Samuel e os profetas” (Hebreus 11:32).
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C.H.Spurgeon
Tradução: Wesley Carvalho
Fonte: livro “the Clue of the Maze“, escrito originalmente por C.H. Spurgeon em Merton, Sul da França, em 1882
Capa: Victor Silva
Ano de publicação 2012
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS: Proibida a reprodução com fins comerciais, e proibida a reprodução em um único volume, e proibida a reprodução sem citar o Projeto Spurgeon com link da fonte

Livro A Dica do Labirinto: Considerações profundas sobre a fé e a dúvida
Tradução: Wesley Carvalho
Direitos reservados: Projeto Spurgeon – Proclamando a Cristo crucificado



terça-feira, 5 de junho de 2012

Com Tudo Que Possuis, Adquire A Unção


Na igreja moderna, a reunião de oração é uma espécie de
Cinderela. Essa serva do Senhor é desprezada e desdenhada porque
não se adorna com as pérolas do intelectualismo, nem se veste com as
sedas da Filosofia; nem se acha ataviada com o diadema da Psicologia.
Mas se apresenta com a roupagem simples da sinceridade e da
humildade, e por isso não tem receio de se ajoelhar.
O “mal” da oração é que ela não se acha necessariamente
associada a grandes façanhas mentais. (Não quero dizer, porém, que
se confunda com preguiça mental). A oração só exige um requisito:
a espiritualidade. Ninguém precisa ser espiritual para pregar, isto é, a
preparação e pregação de um sermão perfeito segundo as regras da
homilética e com exatidão exegética, não requer espiritualidade.
Qualquer um que possua boa memória, vasto conhecimento, forte
personalidade, vontade, autoconfiança e uma boa biblioteca pode
pregar em qualquer púlpito hoje em dia. E uma pregação dessas pode
sensibilizar as pessoas; mas a oração move o coração de Deus.

A pregação toca o que é temporal; a oração, o que é eterno. O púlpito
pode ser uma vitrine onde expomos nossos talentos; o aposento da
oração, pelo contrário, desestimula toda a vaidade pessoal.
A grande tragédia de nossos dias é que existem muitos pregadores
sem vida, no púlpito, entregando sermões sem vida, a ouvintes sem
vida. Que lástima! Tenho constatado um fato muito estranho que
ocorre até mesmo em igrejas fundamentalistas: a pregação sem
unção. E o que é unção? Não sei. Mas sei muito bem o que é não ter
unção (ou pelo menos sei quando não estou ungido).

Uma pregação sem unção mata a alma do ouvinte, em vez de vivificá-la. Se o
pregador não estiver ungido, a Palavra não tem vida. Pregador, com
tudo que possuis, adquire unção.
Irmão, nós poderíamos ter a metade da capacidade intelectual que
possuímos se fôssemos duas vezes mais espirituais. A pregação é
uma tarefa espiritual. Um sermão gerado na mente só atinge a mente
de quem a ouve. Mas gerada no coração, chega ao coração. Um
pregador espiritual, sob o poder de Deus, produz mentalidade
espiritual em seus ouvintes. A unção não é uma pombinha mansa
esvoaçando à janela da alma do pregador; não. Pelo contrário; temos
que batalhar por ela e conquistá-la. Também não é algo que se
aprenda; é bênção que se obtém pela oração.

Ela é o prêmio que
Deus concede ao combatente da fé, que luta em oração, e consegue
a vitória. E não é com piadinhas e tiradas intelectuais que se chega à
vitória no púlpito, não. Essa batalha é ganha ou perdida antes mesmo
de o pregador pôr os pés lá. A unção é como dinamite. Não é
recebida pela imposição de mãos, nem tampouco cria mofo se o
pregador for lançado numa prisão. Ela penetra e permeia a alma;
abranda-a e tempera-a. E se o martelo da lógica e o fogo do zelo
humano não conseguirem quebrar o coração de pedra, a unção o
fará.
Que febre de construção de templos estamos presenciando hoje.
No entanto, sem pregadores ungidos, o altar dessas igrejas não verá
pecadores rendidos a Cristo. Suponhamos que todos os dias diversos
pescadores saiam para o alto-mar com seus barcos, levando o mais
moderno equipamento que existe para o exercício desse ofício, mas
retornem sempre sem apanhar um só peixe. Que desculpa poderiam
dar para tal fracasso? No entanto é isso que acontece nas igrejas.
Milhares delas estão abrindo as portas dominicalmente, mas não
vêem conversão. Depois tentam encobrir sua esterilidade
interpretando textos bíblicos a seu bel-prazer.

 Mas a Bíblia diz:
“Assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim
vazia...”E o mais triste em tudo isso é que o fogo que devia haver nesses
altares encontra-se apagado ou arde em combustão muito lenta. A
reunião de oração está morrendo ou já morreu. Com a atitude que
temos em relação à oração, estamos dizendo ao Senhor que o que
ele começou no Espírito, nós terminaremos na carne. Qual é a igreja
que pergunta a um candidato ao ministério quanto tempo ele passa
diariamente em oração? A verdade é que o pregador que não passa
pelo menos duas horas por dia em oração, não vale um vintém, por
mais títulos que possua. A igreja hoje se acha como que postada na calçada assistindo,
entre aflita e frustrada, à parada dos maus espíritos de Moscou, que
marcham pomposamente no meio da rua respirando ameaças contra
“tudo que é amável e de boa fama”. Além disso, no lugar da
regeneração, o diabo colocou a reencarnação; no lugar do Espírito
Santo, os espíritos-guias; no lugar do verdadeiro Cristo, o anticristo.
E o que a igreja tem para contrapor aos males do comunismo?
Onde está o poder espiritual? A impressão que se tem é que,
ultimamente, uma forte sonolência tomou o lugar da oposição
religiosa, nos púlpitos e também nas publicações evangélicas.

Quem hoje batalha “diligentemente pela fé que uma vez por todas foi
entregue aos santos”? Onde estão os combatentes divinamente
ungidos de nossos púlpitos? Os pregadores que deviam estar
“pescando homens”, parecem estar pescando mais é o elogio deles.
Os que costumavam espalhar a semente, agora estão colecionando
pérolas intelectuais. (Imagine só, semear pérolas num campo!)
Chega dessa pregação estéril, espiritualmente vazia, que é
ineficaz, porque foi gerada num túmulo e não num ventre, e se
desenvolveu numa alma sem oração, sem fogo espiritual! É possível
alguém pregar e ainda assim se perder; mas é impossível orar e
perecer.

 Se Deus nos chamou para o seu ministério, então, prezados
irmãos, insisto em que precisamos de unção. Com tudo que possuis,
adquire a unção, senão os altares vazios de nossas igrejas serão
exemplos vivos de nosso intelectualismo ressequido.
“Nossas orações precisam ser apoiadas numa energia que nunca
esmorece, numa persistência que não aceita não como resposta, e numa
coragem que nunca se rende”.

— E. M. Bounds. Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no
Espírito Santo”.

— Judas20. “Ah, se pudéssemos sentir-nos mais preocupados com o estado de
nanição em que se encontra hoje a causa de Cristo na terra, com os
avanços do inimigo em Sião e com a devastação que o diabo tem
efetuado nele. Mas infelizmente um espírito de indiferença vem
imobilizando muitos de nós”.

— A. W. Pink. “A oração era seu interesse máximo!”

— O biógrafo de Edwin Payson.
Tenho passado dias e até semanas prostrado ao chão, orando,
silenciosamente ou em voz alta”.

— George Whitefield.
“Todo declínio espiritual começa com a negligência da oração. Nenhum
coração pode desenvolver-se bem sem muita comunhão íntima com
Deus; não existe nada que possa compensar a falta dela”.

— Berridge.
“A impressão que tive foi que ele já havia subido para o céu, e se achava
imerso em Deus. Muitas vezes, após terminar seu momento de oração,
ele estava branco como a cal da parede”.

Comentário de um amigo de Tersteegen, após um contato com ele em

Kronenberg.
       auto:
Leonard Ravenhill

quinta-feira, 31 de maio de 2012


“Numa grande igreja, com capacidade para 1.000 pessoas, há uma placa comemorativa do trabalho de John Geddie, com os seguintes dizeres: Quando ele chegou aqui em 1848, não havia nenhum crente; e quando ele saiu, em 1872, não havia mais incrédulos”. Do Memorial de John Geddie, o“pai” das missões presbiterianas nasIlhas dos Mares do Sul
(envie esse texto a todos os pastore das igreja presbiteriana do brasil.)
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